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A verdade

Fonte da imagem: Conexão Promessa
Se não vivemos isso na pele, conhecemos alguém cujo lar foi destruído, ou uma pessoa que foi injustamente condenada ou alguém que teve seu emprego arruinado. Tudo graças àquela "mentirinha de nada".

Hoje em dia, porém, uma "mentirinha" não se dá apenas por meio de más-línguas de plantão. Mentiras se espalham rapidamente pelos meios de comunicação. Talvez não diariamente, mas semanalmente recebemos aquela corrente ou notícia falsa no WhatsApp ou Facebook. Algumas das mensagens até possuem um fundo construtivo, mas são notícias faltas ou velhas demais que causam um alvoroço sem fim. O que as pessoas fazem quando recebem essas mensagens? Peneiram? Verificam se a notícia é verdadeira? Acho que não! Dá até para contar nos dedos quantos fazem uma busca no Google se a notícia alarmante em questão é verídica. Com isso, mensagens irreais são repassadas para mais e mais pessoas num ciclo vicioso sem fim.

Uma certa história é contada da seguinte maneira: "Um discípulo, contrariado com seu mestre, contou várias mentiras sobre ele, causando-lhe assim muitos problemas. Anos depois, ao saber que o mestre estava doente quase à morte, esse jovem arrependido foi até seu mestre para suplicar perdão. Dispôs-se a fazer qualquer coisa para consertar o erro. O mestre aceitou o pedido de desculpas, porém, deu-lhe a seguinte tarefa ao discípulo: pegar um saco cheio de penas e soltá-las do topo do edifício mais alto da cidade. Quando isso foi feito, o jovem voltou ao mestre, que lhe disse: 'Agora vá e recolha cada uma dessas penas e traga-as para mim'. O jovem exclamou: 'Isso é impossível!'. E o mestre, como uma última lição, afirmou: 'Da mesma forma que é impossível recolher as penas, é impossível recolher novamente uma palavra proferida de forma irrefletida.'".

Fica aqui, uma lição. 😉

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